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Avaliação clínica da deglutição em um grupo de crianças com Paralisia Cerebral, sua correlação com o comprometimento motor e percepção dos cuidadores sobre o problema.

Autor(es): Vianna CIO, Fga1; Sarpa ACV, Fga2; Almeida BF2; Ramos AP3; Ladeira RC3; Franzoi AC, MD, PhD4

A alteração da motricidade oral e disfagia são freqüentes1 nas crianças com paralisia cerebral (PC), sendo esta uma população de risco para aspiração. O objetivo deste trabalho foi traçar o perfil desta população (em tratamento fonoaudiológico) descrevendo os achados do exame físico, correlacionando-os com a gravidade do acometimento motor e com a percepção subjetiva dos cuidadores sobre o problema..

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Estudo das emissões otoacústicas - produto de distorção durante a prática esportiva associada à exposição à música

Autor(es): Isabela Freixo Côrtes-Andrade, Aline da Silva de Souza, Silvana Maria Monte Coelho Frota

Meios de comunicação de massa, como jornais e revistas, têm divulgado em suas matérias diversas discussões e enfoques sobre os transtornos ocorridos com indivíduos expostos a ruídos. O mais interessante é que nem percebemos que convivemos com eles diariamente e que estes se tornam inimigos do organismo.

A música dentro das salas das academias de ginástica é indispensável, pois colabora a tornar agradável o ambiente, bem como a criar uma atmosfera que, no campo subjetivo, seja eficaz no sentido de conforto e bem-estar. Os professores aprendem que quanto mais intensa estiver a música maior o estímulo à atividade física. No entanto, muitas vezes, o fato de que o som excessivamente amplificado é prejudicial à saúde é negligenciado na busca por um maior estímulo ao desempenho dos alunos.

A música serve para estimular o prazer durante o exercício, proporcionando maior adesão à atividade física e à qualidade de vida. Os estímulos acústicos penetram pela orelha interna e nervo auditivo até o mesencéfalo, por meio do qual o sistema consciente do córtex cerebral entra em estado de alerta elevado (prontidão de reação), estimulando o indivíduo a um melhor desempenho na atividade física. Por sua vez, já é de conhecimento que o aumento excessivo de intensidade pode gerar efeitos nocivos à audição, prejudicando o órgão auditivo.

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Estudo comparativo de exames audiométricos de metalúrgicos expostos a ruído e ruído associado a produtos químicos

Autor(es): Carla Tomaz Botelho1, Anna Paulla Maia Lopes Paz2, André Martins Gonçalves3, Silvana Frota4

Palavras-chave: audição, ocupacional, perda auditiva, produtos químicos, ruído, solventes.

Resumo: A exposição a produtos químicos ototóxicos na presença ou não do ruído pode provocar danos irreversíveis na audição dos trabalhadores em um período significativamente menor de exposição. Objetivo: Realizar um estudo comparativo, através de exames audiométricos, em trabalhadores expostos somente a ruído e ruído associado a produtos químicos. Métodos: 155 metalúrgicos (18 - 50 anos) expostos a ruído (grupo I) e a ruído e produtos químicos (grupo II) por um período que varia de 3 a 20 anos. Resultados: diferença significativa na proporção de perda auditiva ocupacional da orelha direita entre os grupos I (3,6%) e II (15,5%). Proporção de perda auditiva ocupacional no profissional significativamente maior no grupo II (18,3%) em relação ao grupo I (6%). Com respeito ao tempo médio de exposição aos agentes agressores, o grupo I esteve exposto por tempo significativamente maior. Estudo retrospectivo. Discussão: O fato de ter havido maior comprometimento da orelha direita no grupo II é controverso e merece ser pesquisado futuramente, pois alguns estudos revelam que a orelha esquerda seria mais suscetível à lesão por ruído. Conclusão: O grupo II apresentou proporcionalmente maior prevalência de perda auditiva quando comparado ao grupo I, mesmo tendo estado exposto aos agentes agressores por um menor tempo médio.

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